quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Cérebro possui capacidade de auto-correcção


"Ruído provoca desenvolvimento da capacidade auto-correctora do cérebro, revela estudo de cientistas norte-americanos do MIT. Processo de auto-correcção aprofunda conhecimento neurológico.


Investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) afirmam ter identificado duas funções do cérebro que desenvolvem um processo de aprendizagem até agora desconhecido. Uma é a função “ruído” que confunde e modifica as representações neurais – modificações biológicas criadas por aprendizagem num circuito de neurónios – e a outra é a função correctora, que encontra automaticamente soluções sempre que detecta um erro.


Uri Ronki, investigador do Instituto Médico Howard Hughes e autor principal do estudo, em colaboração com cientistas do MIT, explica como interagem as duas funções. «Quando pensamos numa frase, o ‘ruído’ do cérebro pode mudar aleatoriamente as palavras mas a sua função correctora corrige continuamente o texto para este fazer sempre sentido».


Os especialistas adiantam que no processo de aprendizagem do cérebro coexistem dois ‘agentes’, o ‘professor’ e o ‘reparador’ ou mecanismo de reparação que correspondem ao sinal de aprendizagem (corrector) e ao ruído, respectivamente.


Uri Ronki dá o exemplo que «o “reparador” (ruído) pode mudar a frase ‘John é casado’ para ‘John é solteiro’ e o “professor” (corrector) corrige para, ‘John não é solteiro’».


A teoria dos investigadores parte do conceito de redundância, no qual as representações neurais estão em constante mutação, mesmo quando se executa uma tarefa familiar. De acordo com o estudo, o desempenho da actividade cerebral melhora através de modificações repetidas. Por exemplo, através da repetição de uma acção o cérebro pode explorar vários caminhos para atingir um único fim.


O autor do estudo afirma, citado em comunicado do MIT, que «mesmo que a representação neural mude, o comportamento mantém-se fixo. Achamos que o reparador, ou seja o ‘ruído’, não é meramente um incómodo para o ‘professor’ mas sim uma ajuda para que este possa explorar novas possibilidades que não considerou».


Sebastian Seung, Professor de Física e Ciência Neurológica Computacional do MIT e investigador do Instituto Médico Howard Hughes, citado em comunicado do MIT, afirma que, «a novidade foi verificar que a representação neural de um movimento parece mudar, mesmo quando o comportamento não muda. O cérebro revela um grau surpreendente de instabilidade na representação do mundo».


Emílio Bizzi, cientista do Instituto McGovern de Investigação Cerebral do MIT, Uri Ronki e Sebastian Seung, explicam que chegaram a esta conclusão através de simulações realizadas em macacos, com a ajuda de um modelo matemático de rede cortical redundante que controla o movimento, utilizado para simular experiências de aprendizagem.


Numa primeira experiência, os investigadores ensinaram primatas a mover um cursor num ecrã até atingirem um alvo. Em seguida, num ambiente controlado, os macacos tentaram sozinhos atingir esse mesmo alvo.


Depois de diversas simulações, os cientistas concluíram que «a aprendizagem das ligações entre os neurónios, através deste modelo, pode ser um processo bastante ruidoso».


Uri Ronki adianta que, «quando prolongamos a simulação durante algum tempo a representação neurológica muda bastante, tal como nas experiências», e acrescenta que os conceitos de rede redundante e ‘aprendizagem ruidosa’ podem ser importantes para o estudo da Neurobiologia.


Estes resultados, que podem ser transferidos para os humanos, poderão vir a melhorar o conhecimento neurológico, como por exemplo, na produção de próteses neurais ou outros dispositivos externos."


Reflexão pessoal:


Mais duas novas "descobertas". Até o ruído serve para alguma coisa, não é so para poluir.


Vi esta notícia, achei interessante, pois não sabia desta faceta do ruído e de algumas modificações biológicas.


Aprendi que o cérebro, não se limita só ao que nós conseguimos ver, e entender. O que ouvimos também tem uma função de reconstrução no cérebro.


Fico à espera da vossa opinião.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Avaliação aula prática (12-12-2007)

Nesta aula prática estivemos a falar da avaliação da componente prática de biologia.

O professor entregou também os relatórios das actividades em falta, e todo o material que fizemos na aula.

Falou também das dificuldades em alguns parâmetros do relatório.

O professor explicou também a avaliação dos trabalhos que desenvolvemos em casa e apresentamos na aula. Explicou cada parâmetro de avaliação.

Foi a última aula do primeiro período, foi totalmente diferente.

Na parte final da aula alguns alunos apresentaram os seus portfólios digitais.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Co-Dominância -- Zebróide


Zebróide é o cruzamento de uma zebra normalmente com um cavalo, ou seja, um híbrido da zebra.




Apresentam as listas como as zebras por todo o corpo ou normalmente só por uma parte ou partes distintas do corpo. A forma do seu corpo assemelha-se a um cavalo.




Os genes do cavalo são dominantes, mas neste cruzamento apresenta só uma parte na geração F1. É co-dominante.




Estes híbridos herdam o temperamento das zebras, e faz com que sejam muito dificeis de lidar.






quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Células da pele transformadas em células-mãe

"Dois grupos de cientistas conseguiram transformar células da pele humana em células-mãe, abrindo acesso potencialmente ilimitado à substituição de tecidos ou de órgãos, segundo dois estudos hoje publicados.
Esta descoberta simultânea por uma equipa japonesa e uma equipa americana «vai mudar totalmente o campo» das pesquisas, afirma James Thomson, autor do estudo americano publicado pela edição on-line da revista Science.
As células-mãe são consideradas como uma possível panaceia para algumas das doenças mais mortais, uma vez que elas podem evoluir em celular de 220 tipos diferentes no corpo humano.

No entanto, o acesso às células-mãe, mesmo que para fins científicos, está limitado devido a considerações éticas sobre a utilização e a clonagem de embriões humanos.

Além disso, os órgãos transplantados obtidos a partir de células-mãe embrionárias podem ser rejeitadas pelo paciente. Esta nova técnica, após ser melhorada, poderá permitir criar células-mãe com o código genético do paciente, eliminando assim os riscos de rejeição.

Permitindo aos cientistas o acesso mais facilitado às células-mãe, esta técnica deverá também permitir avançar rapidamente no tratamento do cancro, das doenças de Alzheimer e de Parkinson, da diabetes, da artrite, das lesões da espinal-medula, das queimaduras e das doenças cardíacas.

A equipa japonesa, conduzida por Shinya Yamanaka da Universidade de Quito, conseguiu criar uma linha células-mãe a partir de 5.000 células. O seu estudo será publicado a 30 de Novembro da revista Cell."

Reflexão pessoal:

Parece que a ciência nos continua a supreender pela positiva. Esta descoberta abre novas metas para a cura de doenças, mal-formações, etc.
Esta técnica de regressão ainda está muito "verdinha", mas com o passar de alguns anos poderá vir a ser uma técnica modernista que salvará muitas vidas.

Fontes: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=882367&div_id=291

Vídeo sobre as DST

Reflexão pessoal:

Este vídeo foi apresentado aos colegas do meu turno, e teve o intuito de lhes mostrar o que as DST podem provocar, ao nível do corpo humano.

É um vídeo que tem imagens constrangedoras, mas mesmo assim acho que foi o suficiente e é o suficiente pra mostrar as pessoas o que as DST podem causar.

Avaliação aula prática (21/11/2007)

Nesta aula, eu e os meus colegas apresentamos os trabalhos que nos comprometemos a elaborar.

Foi uma aula divertida, onde aprendi muitas coisas sobre as DST(meu trabalho) e sobre a procriação medicamente assistida.

Nesta mesma aula recebemos o relatório nº 2 e estivemos também a visualizar alguns blogs.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Um jogo pra se divertirem